Então hoje,
vou me permitir transformar aquela parede em janela,
com uma mão e um soco no meio destruo,
uso vidros e cimento, construo com outra mão.
E sentada na janela,
vou cantar à liberdade,
com amor e esperança.
Vou olhar aquela nuvem fazer voltas no céu,
criar estórias com seus desenhos
e contá-las às formigas do jardim.
Hoje, vesti aquela saia leve,
mas não preciso sair por aí.
31 de janeiro de 2008
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2 comentários:
lindas palavras! ;D
Gostei do final, definiu o poema
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