31 de janeiro de 2008

Algo que não tem nome

Então hoje,
vou me permitir transformar aquela parede em janela,
com uma mão e um soco no meio destruo,
uso vidros e cimento, construo com outra mão.

E sentada na janela,
vou cantar à liberdade,
com amor e esperança.

Vou olhar aquela nuvem fazer voltas no céu,
criar estórias com seus desenhos
e contá-las às formigas do jardim.

Hoje, vesti aquela saia leve,
mas não preciso sair por aí.

2 comentários:

Fernanda Papandrea disse...

lindas palavras! ;D

Anônimo disse...

Gostei do final, definiu o poema